Quem somos
Presidentes
Estatuto
Eglantina
Vídeos
Galerias
Equipe
Os Acadêmicos
Acadêmicos anteriores
Patronos
Artigos
Crônicas
Discursos
Homenagens
Notícias
Poesias
ARTIGOS
02163
matéria(s) localizada(s) .
Exibindo página 6
30/6/2025
FELIZ NA VIDA E NA MORTE
Acadêmico:
José Renato Nalini
Há profissões em que cuidar de sepultamento faz parte das obrigações. Assim a diplomacia. Ao falecer em Londres o Ministro Souza Correia, chefe da Legação do Brasil na Inglaterra, era Oliveira Lima o auxiliar mais graduado do extinto. Coube a ele a responsabilidade de promover-lhe o enterro, com a solenidade a que o morto tinha direito
25/6/2025
A VOLÚPIA DA INCONSTITUCIONALIDADE
Acadêmico:
José Renato Nalini
As melhores intenções, se distanciadas dos efeitos reais delas derivadas, podem gerar insuperáveis prejuízos à população
21/6/2025
FAÍSCAS, CENTELHAS E LAMPEJOS
Acadêmico:
José Renato Nalini
No convívio entre cultores da língua eram comuns os momentos mágicos em que nada mais precisaria ser dito, após a certeira flecha desfechada. Como aquele episódio em que Joaquim Nabuco anuncia a José Veríssimo a intenção de escrever um livro para relatar o seu regresso ao catolicismo
19/6/2025
O ALGOZ DE NOSSAS FRAGILIDADES
Acadêmico:
José Renato Nalini
O Brasil teria sido a primeira vítima de Sílvio Romero, para quem o país pouco significava diante do peso da mentalidade europeia: “Desgraçado mestiço, que esmorecia à margem dos grandes rios, na sua indolência tropical, deixava-se adormecer sob a capa dessas mesmas palmeiras que Gonçalves Dias celebrou em seus versos, embalado nos sonhos da Jurema”
16/6/2025
JUÍZES DE OUTRAS ERAS
Acadêmico:
José Renato Nalini
Essa a ética a orientar os caminhos de um magistrado como Raimundo Correia, que não era talentoso somente ao escrever “As Pombas” e “Mal Secreto”, mas um escrupuloso, zeloso e correto magistrado. Movido por aquela ética irrepreensível de que fala o Código de Ética da Magistratura Nacional e, na maior parte das vezes, por todos negligenciada
13/6/2025
SOMOS VÁRIOS...
Acadêmico:
José Renato Nalini
Para Coelho Neto, o crítico Silvio Romero era alguém “lerdo, bamboleando o corpo flácido, sempre com livro e papéis debaixo do braço, parecendo, na sua aparência pacata de burguês mal enjorcado e mole, descer a vida na correnteza do destino como uma folha morta ao léu das águas”
12/6/2025
CADA QUAL NO SEU QUINTAL
Acadêmico:
José Renato Nalini
Quando a gente se arrisca naquilo que não conhece, ou invade terreno adverso, a consequência nunca pode ser gratificante
10/6/2025
TENHO DE SOBREVIVER
Acadêmico:
José Renato Nalini
O Brasil não possuía crítica literária militante e a consagração de um livro dependia dos elogios nos jornais e do boca-a-boca do público. Foi Aluísio quem iniciou o sistema de publicidade criativa e ruidosa, depois disseminado
7/6/2025
OS POETAS, ESSES DESMIOLADOS
Acadêmico:
José Renato Nalini
Não se limitava Bilac ao comentário jovial da vida rotineira. Sua imaginação prodigiosa criava fábulas e fatos reais nasciam renovados sob a forma de versos, em espantosa fluência metrificada
6/6/2025
NÃO EXISTE ‘EX-ACADÊMICO’
Acadêmico:
José Renato Nalini
Só que o fato de abandonarem a Academia, deixarem de frequentá-la, não acarretou a perda da condição de acadêmicos. Só por morte é que se abriu a vaga. Isso é o que ocorre nas Academias sérias, aquelas que seguem a inspiração francesa
4/6/2025
CONTRA AS TREVAS, UM CLARÃO
Acadêmico:
José Renato Nalini
Como dizia Cecilia Meireles, do “Jardim das Memórias”, só eu tenho a chave e o percorro quando quero. Ou como diz a própria Betty Milan: “o amor dos amigos nunca é de agora. Ele precede o encontro
3/6/2025
ESSE É O MEU JEITO
Acadêmico:
José Renato Nalini
Pense-se em Aluísio Azevedo, romancista famoso, autor de “O Mulato”, “Casa de Pensão” e “O Homem”. Vivia exclusivamente da venda de seus livros. Mas não se considerava um vitorioso. Ao contrário, sua fala era a de um malogrado, que escrevia por força da fatalidade
30/5/2025
FAMÉLICO INTELECTO
Acadêmico:
José Renato Nalini
A história de muitos escritores é a crônica da luta diuturna para se alimentar e dar sustento à prole. Foi assim que o aventureiro francês Émile Rouède (1848-1908), que era pintor, jornalista, teatrólogo e escritor, enfrentava dificuldades para subsistir
29/5/2025
O TALENTO GOSTA DE ELOGIO
Acadêmico:
José Renato Nalini
A vaidade é uma companheira permanente de seres que poderiam completar suas qualidades com a coroa da singeleza e da descrição. Mas a humanidade é assim. Claudica e repete vícios pequenos, sem deixar de prestigiar os grandes
27/5/2025
UM UNIVERSO PARALELO
Acadêmico:
José Renato Nalini
Fragmentos autobiográficos, memorialística, lirismo, sensualidade, espanto diante da maravilhosa complexidade do viver, tudo cabe nesse universo paralelo ora partilhado com privilegiados leitores
24/5/2025
OPINIÃO DÁ PRISÃO
Acadêmico:
José Renato Nalini
Olavo Bilac teve de se refugiar em Minas Gerais, para escapar à sanha da polícia do “Marechal de Ferro”. Permaneceu longe do rio por longa temporada e, como poeta, sofria mais do que os outros as saudades de sua terra
22/5/2025
VERSEJAR E FATURAR
Acadêmico:
José Renato Nalini
Não era só poeta o Bilac. Era também excelente orador. Acrescentava treino e apuro à voz com que nascera. Saía em grupo de amigos, todos dedicados às letras e desafiava os companheiros para ver quem mais alto gritava. Era sempre ele o vencedor
21/5/2025
CULTURA & NEGÓCIOS
Acadêmico:
José Renato Nalini
Olavo Bilac tentou de organizar uma Agência Americana, que se encarregaria de uma série de negócios. Acreditou que poderia passar da condição de homem de letras, com o olhar voltado para as estrelas, a homem de negócios, com a atenção voltada para as coisas práticas e para ganhar dinheiro
20/5/2025
FOLCLORE ACADÊMICO
Acadêmico:
José Renato Nalini
Fundada em 1897 por Machado de Assis e um grupo de amigos, a Academia Brasileira de Letras é a que mais produziu História. Josué Montello cuidou de elencar passagens interessantes no seu saboroso livro “Pequeno Anedotário da Academia Brasileira”
17/5/2025
O MAR, POBRE MAR!
Acadêmico:
José Renato Nalini
O mar não saiu incólume dessa empreitada delitiva. Quando a sabedoria popular consagrou o ditado “o mar não está para peixe”, não imaginava que ele estaria mais habitado de plástico, de bituca de cigarro, de canudinho e outras imundícies que os racionais despejam nele
15/5/2025
AGRURAS DA GRAMÁTICA
Acadêmico:
José Renato Nalini
Nos tempos de Silvio Romero, enfrentava-se o desafio das agruras da gramática. Hoje, pode-se dizer, como ele afirmava em relação à metafísica: para a imensa maioria, a gramática morreu
12/5/2025
ENCANTE-SE COM O MUNDO
Acadêmico:
José Renato Nalini
Em qualquer espaço ainda há vida milagrosa. Casas humildes com jardins, roseiras, trepadeiras. Vasinhos nas janelas, de latinhas contendo hortelã, alecrim, poejo, arruda. Pássaros que insistem a cantar na megalópole. Não é um fenômeno acordar com bem-te-vis em São Paulo?
10/5/2025
O CENTENÁRIO DE UM DEMOCRATA
Acadêmico:
José Renato Nalini
O flagelo do desmatamento foi uma das preocupações desse doutrinador que insistia em uma Democracia Participativa, com atuação efetiva do povo, hoje um verbete utilizado para o discurso, mas quase sempre completamente ausente das políticas estatais
7/5/2025
LISURA ADVERSARIAL
Acadêmico:
José Renato Nalini
É importante recordar os raríssimos episódios em que a moral cívica preponderou sobre os maus hábitos. Um deles envolve Afonso Celso, que disputou uma cadeira para a Câmara do Império. Seu adversário era um tradicional velho Coronel, chamado Manuel Fulgêncio Alves Pereira
5/5/2025
QUATROCENTÕES, SOFISTICADOS, MAS LEITORES
Acadêmico:
José Renato Nalini
Tão sutil e elegante era Eduardo Prado, que temia ser considerado alguém especial: “Não se tolera mais a contradição; não se enxergam os lados vários de uma questão complexa; o pensamento deixa de ser instrumento dócil para a descoberta da verdade, porque acredita, sem exame, estar sempre na posse dela”
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
51
52
53
54
55
56
57
58
59
60
61
62
63
64
65
66
67
68
69
70
71
72
73
74
75
76
77
78
79
80
81
82
83
84
85
86
87
Localizar
Largo do Arouche, 312 / 324 • CEP: 01219-000 • São Paulo • SP • Brasil • Telefone: 11 3331-7222 / 3331-7401 / 3331-1562.
Política de privacidade.