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19/5/2024
O QUE O FOGO SILENCIOU
Acadêmico: Gabriel Chalita

Apagar ou queimar é essencial para os renascimentos. Não para esquecimentos. Mas para prosseguimentos.
12/5/2024
MÃE, UMA PALAVRA, UM POEMA, UMA ORAÇÃO
Acadêmico: Gabriel Chalita

Mãe é colo, é caminhada. É correção e é alívio. É, desde sempre, um fazimento de alma.
5/5/2024
A FLOR APRENDENDO O SOL
Acadêmico: Gabriel Chalita

Eu estava gostando daquela flor aprendendo o sol.Choveu na madrugada. O sol depois da chuva é mais bonito.
28/4/2024
PAI, ENSINA-ME A ESCREVER
Acadêmico: Gabriel Chalita

Meu bom José, meu pai, ensinou a mim o texto e o contexto.
21/4/2024
O SOL DE ABRIL
Acadêmico: Gabriel Chalita

A luz de abril é de abrir as memórias e fazer iniciar a conferência dos dizeres dos sentimentos em defesa do existir. 
14/4/2024
DEVOLVA A MINHA TRISTEZA
Acadêmico: Gabriel Chalita

Com a tristeza, caminho o caminho que me leva a mim mesma. Com a tristeza, me faço companhia.
7/4/2024
O ALFABETIZADOR DE SENTIMENTOS
Acadêmico: Gabriel Chalita

Criei uma escola em mim. Foi no silêncio que fui aprendendo o tempo e desautorizando a permanência de sentimentos que me impedem o voo.
31/3/2024
O SABOR DA PÁSCOA
Acadêmico: Gabriel Chalita

O amor une o ensinamento da Páscoa do antigo e do novo testamento. O amor nos faz passar da escravidão para a libertação, da morte para a vida. 
24/3/2024
O DOMINGO DE RAMOS E O CAMINHAR DAS PALAVRAS
Acadêmico: Gabriel Chalita

Há palavras que caminham oferecendo o azul do infinito, a paz tão necessária.
17/3/2024
A INEVITÁVEL CICATRIZ
Acadêmico: Gabriel Chalita

Benditas sejam minhas inevitáveis cicatrizes. E minha decisão de nunca deixar de amar.
10/3/2024
O SOL DE ARISTIDES
Acadêmico: Gabriel Chalita

O que me parece é que nos perdemos, quando perdemos as raízes que nos fincam no infinito.
3/3/2024
A VIAGEM DAS ROSAS
Acadêmico: Gabriel Chalita

Poucas coisas são necessárias, o resto é supérfluo, é um entortar de colunas, é um desviar das vértebras do existir. Então, fui só. Eu e as rosas.
25/2/2024
A MACHUCADURA DOS MEUS PÉS
Acadêmico: Gabriel Chalita

A machucadura dos meus pés doem tempos incontáveis. Não sou contador de tempos, sou contador de histórias que, nos tempos, explicam a mim mesmo que sou frágil. Frágil, suscetível a machucaduras.
18/2/2024
O DESABAR DAS CERTEZAS
Acadêmico: Gabriel Chalita

Quando éramos nós, éramos o mundo inteiro. Eu vou deixar ela dizer.  Certeza tenho nenhuma. Já amor... o amor nunca foi embora.
11/2/2024
UMA SAUDADE CARNAVAL
Acadêmico: Gabriel Chalita

Quando lembro daquele carnaval com minha mãe, lembro de um amor que amor nenhum foi capaz de suplantar.
4/2/2024
UM PENSAMENTO PREGUIÇOSO
Acadêmico: Gabriel Chalita

Só quem tem um pensamento preguiçoso não pensa no que deixa quando desiste.
28/1/2024
O SILÊNCIO DAS VOZES
Acadêmico: Gabriel Chalita

Caminho no silêncio, no silêncio das vozes. Caminho por paralelepípedos velhos pisados por velhas histórias que passaram.
21/1/2024
O PORTO SEGURO DE MANUEL
Acadêmico: Gabriel Chalita

O Porto Seguro de Manuel não era a cidade apenas, era o aprendizado de que ser educado é muito mais significativo do que ser formado.
14/1/2024
O OLHAR DO MEU MARIDO
Acadêmico: Gabriel Chalita

O olhar do meu marido era vago. Como se não estivesse naquela sala, naquela casa, naquela vida. 
7/1/2024
OS GUARDADOS DA MINHA IRMÃ
Acadêmico: Gabriel Chalita

É ainda tempo de dizer o ano novo. E de viver o ano novo. 
31/12/2023
UM NOVO ANO NOVO
Acadêmico: Gabriel Chalita

Um novo ano novo é esperança. Os simbolismos que marcam as despedidas e as chegadas nos emprestam pausas para pensar e para prosseguir.
25/12/2023
O TEMPO DO NATAL
Acadêmico: Gabriel Chalita

O natal é o Amor feito menino para ser ponte entre nós e nós mesmos, entre nós e os nossos irmãos. Pontes ligam. Pontes poetizam travessias.
17/12/2023
ATENÇÃO, SUBSTANTIVO FEMININO
Acadêmico: Gabriel Chalita

Olho para os lados e vejo aridez. Terra seca. Terra impedidora de nascimentos de esperanças.
10/12/2023
O ENCOLHIMENTO DA VIDA
Acadêmico: Gabriel Chalita

A vida de Ivete encolheu. Sei disso, porque sei sentir. Era sobre um outro homem que ela dizia, quando eu amaciava as conversas falando ternuras. Não sobre mim. Não sobre nós.
3/12/2023
UM ACORDAR DE POESIA
Acadêmico: Gabriel Chalita

u olho ao lado e desacredito de tamanha beleza. Passo suavemente a mão pelo corpo sem cansaço, descansando. Ele é mais jovem. Até quando, meu Deus?
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