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É CARNAVAL, VAI BRINCAR FOLIÃO
Acadêmico: Antonio Penteado Mendonça
Amanhã começa o carnaval, ou melhor, dependendo de onde, já começou em outubro do ano passado. Em São Paulo o começo oficial foi no fim de semana passado, quando alguns megablocos colocaram mais de um milhão de pessoas pulando nas ruas.

É carnaval, vai brincar folião

Amanhã começa o carnaval, ou melhor, dependendo de onde, já começou em outubro do ano passado. Em São Paulo o começo oficial foi no fim de semana passado, quando alguns megablocos colocaram mais de um milhão de pessoas pulando nas ruas. Deu mal, mas, segundo a polícia, não houve nenhum caso mais grave, de violência ou acidente pessoal.

Poderia ter acontecido uma tragédia, mas Deus é paulistano, colocou a mão embaixo da turma, o empurra-empurra espremeu os foliões mais próximos dos muros e derrubou algumas grades de proteção, mas não passou disso.

E se passasse? Se tivéssemos um pânico generalizado, corre-corre, gente passando em cima de gente, pessoas sufocadas, pisoteadas, esmagadas e outras formas de se ferir em decorrência de uma explosão descontrolada, envolvendo milhares de pessoas aglomeradas num pequeno espaço?

Mais de um milhão e meio de pessoas, em dois megablocos que se encontraram numa rua onde elas não cabiam tinha tudo para acabar mal. Volto a insistir, por sorte não acabou.

E é aí que entra o tema deste artigo, o seguro, como ferramenta mais eficiente, não para evitar o acidente – seguro não evita o evento coberto – mas para fazer frente as perdas decorrentes dele. No caso, se o acidente tivesse tomado as proporções que poderia tomar, principalmente, mortos e feridos.

Hoje tem desfile de escola de samba e com certeza muita festa ao longo da noite. Milhares de pessoas vão entrar de cabeça, das formas mais inusitadas, na folia que deve seguir sem interrupção até quarta-feira-de-cinzas, para continuar no fim de semana seguinte em São Paulo, e sabe Deus até quando, por exemplo, em Salvador.

Ao longo desse tempo, acidentes de todos os tipos vão acontecer. Não vamos nos esquecer que boa parte da grande festa vai girar sob efeito de muito álcool, cerveja gelada, gim, vodca, cachaça e o mais que encontrarem nas prateleiras dos bares da cidade.

Vai ter briga, empurra-empurra, discussão, tropeção na calçada, acidente com automóvel, patinete, moto e bicicleta, crise de ciúme, pancadaria por causa de time de futebol, gente mexendo com a mulher do próximo, com o próximo bem próximo, e por aí vai numa sequência infindável e criativa de formas de se machucar, ou acontecer alguma coisa pior. Além disso, não há por que não acontecerem os tradicionais furtos e roubos de carteiras, relógios e celulares.

Quem tem seguro, assim como quem não tem seguro, pode sofrer os danos diretos e indiretos dessa série, apenas exemplificativa, de eventos capazes de causar prejuízos. A diferença é que quem tem seguro, terá os prejuízos minimizados pelo pagamento das indenizações das perdas decorrentes dos eventos cobertos, que por uma razão ou outra caíam como um raio em cima dele.

Seguros de pessoas, planos de saúde privados e seguros patrimoniais estão aí exatamente para isso: fazer frente as perdas que atinjam os segurados. E no carnaval não é diferente, só fica mais fácil os acidentes acontecerem.

Bom carnaval e que você não precise usar seus seguros.

Publicado no SindsegSP, em 13 02 2026



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