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![]() Acadêmico: Antonio Penteado Mendonça Um serviço malfeito ou um “cano” em vez da visita, compromete a imagem da seguradora.
Mão de obra com qualidade é tudo Uma seguradora vive acima de tudo de confiança. O contrato de seguro é um pedaço de papel com uma promessa futura que será eventualmente cumprida, depois que a companhia tiver recebido o preço do seguro que vendeu. Acreditar num pedaço de papel implica em confiança. “Eu faço seguro com essa companhia porque sei que ela vai me pagar, se eu precisar receber a indenização”. Uma dúvida, neste caso, quer dizer não contratar o seguro. A exceção é o esperto que quer levar vantagem e contrata o seguro mais barato, mesmo que seja muito mais barato e garantido pela seguradora marca barbante, que é famosa por não pagar. Faz tempo que não acontece de uma seguradora não entregar o que promete. Neste sentido, o mercado tem estado calmo. Ao que parece até a seguradora ligada ao Banco Master estava em boas condições operacionais. O que não é pouca coisa. Mas confiança vai além de receber a indenização. Atualmente, as seguradoras são mais acionadas pelos serviços 24 horas acoplados as suas apólices do que pelos pedidos de indenização. A prestação destes serviços com qualidade faz toda a diferença. O encanamento consertado, o quadro de luz revisto, o passeador do pet são importantes para o negócio e vão falar bem da companhia, quando as pessoas baterem papo e contarem o que aconteceu. É aí que o prestador de serviços terceirizado precisa ser muito bem escolhido. Um serviço malfeito ou um “cano” em vez da visita, compromete a imagem da seguradora. O segurado não tem a menor ideia de quem é o eletricista que fez um serviço malfeito, mas sabe quem é a seguradora para quem ele pediu o serviço. A chance de não renovar o seguro com ela é grande, tudo que uma seguradora não precisa é a imagem manchada. A não renovação do seguro por uma falha de um técnico terceirizado é um golpe no marketing que reforça a imagem de boa prestadora de serviços. E isso acontece. Para não citar casos que eu ouvi contar, na semana passada acabou a bateria de um carro da minha casa. O motorista entrou em contato com a seguradora e ela imediatamente providenciou o envio de um técnico para verificar o problema. O técnico foi lá deu a partida, mas não trocou a bateria porque não tinha uma com ele. O motorista chegou na minha casa e telefonou para a seguradora enviar uma bateria. 20 minutos depois quem deveria levar a bateria telefonou e disse que não ia porque não tinha aquele modelo no estoque. De tarde, depois de encontrar onde poderia comprar a bateria certa, o motorista telefonou de novo para a seguradora enviar alguém que desse a partida no carro. Dessa vez o técnico era dos bons. Ele chegou, olhou e disse que em 25 minutos traria uma bateria nova. Dito e feito, em menos de uma hora a bateria estava trocada. Não fosse o segundo técnico, chamado Joverban, a imagem da seguradora poderia ter saído arranhada. Graças a ele o mau atendimento e a falta de comprometimento do terceirizado anterior foi esquecido e ele ganhou um elogio que eu fiz para a alta direção da companhia. Quando se trata de prestação de serviços a qualidade é tudo. Publicado no SindsegSP, em 12 06 2026 voltar
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