O Natal
é o
reencontro com a
esperança. No
nascimento do
Menino Jesus o
mundo redescobre o
bom, o
belo, a
generosidade.
A
vida se
veste de
festa,
ainda que na gruta os personagens fossem pobres e
só os reis Magos trouxessem presentes caros.
Ouro,
incenso e
mirra.
Natal.
Há mais de 2000
anos os homens de
bem e
os que não são bons, se
curvam diante das incertezas da vida para num ritual
singelo honrarem a
família.
O
nascimento do Cristo
é em
essência a
festa da família, dos
valores mais simples e
mais profundos que unem as
pessoas por gerações e
gerações,
independentemente de
brigas e
desavenças,
fazendo da família célula básica de
qualquer sociedade.
O
nascimento do Cristo
refaz os laços esgarçados durante o
ano.
Neste dia as
palavras devem ser de
afeto e
carinho,
como o
brilho dos
olhos.
Ninguém tem o direito de atrapalhar o natal e sua celebração. A festa é grande demais para permitir a interferência humana.
Cada rito e cada gesto têm um significado próprio que identifica quem o pratica entre todos os outros, fazendo de cada interferência um momento único, de um único ser humano, longe da influência das religiões e dos ódios criados em nome delas.
O Natal é o reencontro de cada um de nós com a coletividade, com o gênero humano do qual sempre fomos parte.
Que cada vela acesa represente a esperança de um mundo melhor, mais manso e mais belo, como o mundo prometido por Jesus. Que em cada coração o brilho da chama reviva, quente como um abraço.