Get Adobe Flash player

Academicos atuais

Aguarde...

Acadêmicos anteriores

Aguarde...

Online

Nós temos 11 visitantes online

BODAS DE DIAMANTE

Não é todo mundo que chega . Sessenta anos de casados é muito tempo, até para quem casou cedo. É verdade que a data, daqui pra frente será mais fácil de ser alcançada. Afinal, a longevidade humana tem aumentado bastante ao longo das últimas décadas e, atualmente, paises como o Japão apresentam expectativa de vida, acima dos oitenta anos.

De outro lado, a vida em comum vai ficando mais curta, com os casais se separando com enorme regularidade, pouco tempo depois de casados.

Quer dizer, se de um lado a expectativa de vida facilita, de outro as agruras do mundo dificultam, o que leva o tema para o mesmo resultado de hoje: pouca gente faz ou fará bodas de diamantes.

É por isso que a crônica de hoje é uma homenagem especial para um casal que eu conheço faz tempo e que na semana passada teve o privilégio de fazer bodas de diamantes, os dois inteiros, bem de saúde, cercados por uma família amorosa e unida.

Marcello e Lucinha Vidigal merecem a data. Que a felicidade dela se prolongue por muitos anos, amém.

Num mundo cada vez mais materialista e brutal, os dois se destacam pela suavidade da vida em comum, pela integridade, pela boa educação, pela lealdade e pela amizade.

São qualidades cada vez mais raras. Mas são elas que fazem a diferença na hora da onça beber água. Ninguém se lembra dos que não fazem nada para fazer a vida melhor. Dos que passam achando que tudo é deles. Ficam os que se entregam à vida acreditando em valores maiores. É por isso que Marcello e Lucinha deverão ficar.
Banner