Finalmente, a
CET conseguiu acertar no
alvo.
Demorou,
muita gente já estava perdendo a
paciência,
mas quando fez, a
empresa responsável pelo caos nosso de
cada dia,
caprichou.
Coisa de
gente grande, de
país do
primeiro mundo para dizer o
mínimo.
Quem passa pela rua Oscar
Freire por volta das sete da noite sente na pele a
competência ímpar e a
eficiência do
acerto com
os lojistas da rua.
Fica parado pelo menos 15
minutos em
cada quarteirão, o
que lhe dá tempo
para ver detalhadamente cada vitrine e
assim escolher o
que mais lhe agrada,
entre as
dezenas de
lojas de
rua mais chique da cidade.
Há quem diga que eu estou exagerando ou até que estou enxergando cavalo em
cabeça de
ovo,
mas eu mantenho minha posição e
por isso insisto: o
que se
vê na rua Oscar
Freire é competência,
planejamento estratégico,
interação entre o
público e o
privado para a
cidade ganhar mais.
Não tem como ser diferente.
Não,
não é a
incompetência levada ao último grau,
como os que não gostam da CET estão dizendo.
Seria impossível tanta incompetência assim. A
rua Oscar
Freire parada nos
finais de
tarde só pode ser uma ação deliberada. Um
passo importante na direção da soma de
esforços entre a
administração municipal e a
iniciativa privada para a
valorização e
rápido retorno de um
investimento pesado,
que mudou a
cara da rua,
dando-lhe ares de
rua de
cidade rica, com
os fios escondidos debaixo da terra e
outras firulas que a
deixaram mais bonita e
muito simpática.
Ao parar o
trânsito pela falta absoluta de
sincronização entre 4
ou 5
semáforos, e
pela ausência deliberada dos
marronzinhos, a
CET só está valorizando o
que é nosso, e
isso é muito bom.